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sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Vivanza é o que mais cresce

Vivanza é o que mais cresce
Contrariando as pesquisas do mercado de disfunção erétil que aponta uma queda no volume de remédios vendidos, no acumulado do ano até agosto, o Vivanza (Cloridrato de Vardenafila) desponta como a pílula que apresentou maior crescimento nos últimos doze meses. Em comprimidos atingiu 953 mil, uma alta de 82,4%, em relação ao período imediatamente anterior, e em valor chegou aos R$ 23,8 milhões, um crescimento de 83,6%, segundo o índice PMB (Pharmaceutical Market Brazil). No mesmo período, o crescimento de cada um dos concorrentes em comprimidos comercializados não ultrapassou os 5%. Segundo o IMS Health, nos últimos doze meses até agosto, o número de comprimidos comercializados caiu em 1,75% em relação ao período exatamente anterior, cenário visto como tendência para o balanço final de 2007. “Como o mercado não cresceu, tem paciente migrando para o Vivanza, o que é percebido nas pesquisas de prescrição médica, que mostram a molécula Vardenafila como a mais receitada”, comenta Walker Lahmann, gerente de produtos da Medley Indústria Farmacêutica, responsável pelo medicamento. Além de ser o responsável por alavancar a molécula no mercado, o Vivanza também está entre os dez medicamentos mais vendidos da Medley. “O mercado ainda tem muito espaço para crescer, já que os especialistas estimam que uma boa parcela dos homens que apresentam o problema ainda não é tratada”, assinala Lahmann.

Dieloft TPM tem embalagem prática

Dieloft TPM tem embalagem prática
Laboratório apresenta medicamento em embalagem semelhante a blister de anticoncepcionais para o combate dos sintomas da tensão pré-menstrual. A iniciativa de colocar no mercado um medicamento direcionado exclusivamente para o tratamento da tensão pré-menstrual (TPM) permitiu que a Medley Indústria Farmacêutica entrasse com pedido de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) pela idéia original. Trata-se do Dieloft TPM, apresentado numa embalagem prática — blister parecido com os de contraceptivos — que facilita o controle diário da mulher. A unidade contém 14 comprimidos para serem tomados na fase lútea, ou seja, 14 dias após o primeiro dia da menstruação, período em que as mulheres acometidas pela síndrome mais precisam adequar os níveis de serotonina no organismo. O medicamento ameniza sintomas emocionais como agressividade, irritação, ansiedade, tensão, crises de choro, desânimo, depressão, entre outros. Esta nova opção de tratamento também reduz sinais físicos como fadiga, dor de cabeça, alteração de apetite, sono, dor nas articulações e nos músculos. O especialista Enrico Repetto, gerente de grupo médico da Medley, destaca que Dieloft TPM, com o blister exclusivo, além de prático também é mais rapidamente absorvido pelo organismo. “Estudos mostram que o uso do medicamento somente na fase lútea tem a mesma eficácia daqueles ingeridos todos os dias do mês. Portanto, as pacientes terão os mesmos benefícios clínicos, mas com menor potencial de efeitos adversos”, explica ele. De acordo com estudos clínicos, o medicamento é classificado com o Grau A, pontuação máxima de recomendação científica. Composta por cloridrato de sertralina, a molécula equilibra os níveis de serotonina no período pré-menstrual e, por ser mais evoluída, apresenta menos efeitos colaterais quando comparada à fluoxetina, recomendada por alguns ginecologistas. Estatísticas demonstram que 75% das mulheres em idade reprodutiva sofrem com um ou mais sintomas da TPM, mas nem todas sabem como lidar com o problema. “Como os sintomas são inúmeros, o ideal é passar por uma avaliação médica para definir se há necessidade de usar a medicação para tratar as alterações comportamentais que comumente ocorrem durante o período pré-menstrual”, explica o presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Nilson Roberto de Melo. A TPM pode durar até 14 dias e se caracteriza por vários sintomas, com intensidade diferente que modifica dependendo de cada mulher e também a cada ciclo.

Vigilância de SP interdita anticoncepcional

Vigilância de SP interdita anticoncepcional SÃO PAULO, 9 de novembro de 2007 - O Centro de Vigilância Sanitária (CVS) da Secretaria da Saúde de São Paulo decidiu proibir a comercialização e uso de três lotes do anticoncepcional injetável Contracep, fabricado pela EMS-Sigma Pharma. Análises feitas pelo Instituto Adolfo Lutz apontaram que ampolas do produto contêm menor quantidade hormonal do que o previsto, o que coloca em risco a eficácia do medicamento na prevenção da gravidez. Estima-se que ao menos 200 mil mulheres no Brasil podem ter usado ou estão usando o anticoncepcional interditado, segundo informações do CVS. A secretaria já comunicou a proibição à empresa e às Vigilâncias Sanitárias municipais. O recolhimento do medicamento cabe ao laboratório. Em nota, a EMS informou que tomará todas as medidas cabíveis para solucionar o problema e que seguirá as determinações da Vigilância Sanitária sobre o recolhimento do medicamento. Para orientar as consumidoras, foi disponibilizado atendimento no telefone 0800-7076684, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Os lotes alterados são 080501-1, 080496-1 e 087359-1. Fonte:(Redação - InvestNews)

AstraZeneca prospecta o mercado para fazer aquisições

AstraZeneca prospecta o mercado para fazer aquisições
Cotia (SP), 9 de Novembro de 2007 - Oitava maior fabricante de medicamentos do País, empresa quer aumentar portfólio. A farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, em plena fase de reestruturação global para cortar custos e otimizar recursos, estuda eleger o Brasil como foco de maior investimento. A multinacional, que já está investindo para aumentar as vendas de seu portfólio local e tem traçada a ampliação desses aportes, analisa oportunidades no mercado brasileiro, que vão desde licenciamento de produtos até aquisição de empresas e marcas de medicamentos, disse a este jornal Rubens Marques Pedrosa Jr., que assumiu a presidência da subsidiária há seis meses e tem ainda pela frente outro grande desafio: manter os dois dígitos anuais de crescimento no País apresentados nos últimos cinco anos. Para 2007, o executivo já deve conseguir percentual acima de 20% (ver reportagem abaixo). "Estamos olhando quais são as empresas atuantes no mercado brasileiro e quais poderiam agregar valor à AstraZeneca de forma complementar. Se houver uma boa oportunidade, que faça sentido do ponto de vista financeiro, podemos propor a compra para a matriz", afirmou Pedrosa, observando que a avaliação se estende também à marcas. Uma consultoria especializada em fusões e aquisições foi contratada para investigar o potencial do mercado nacional, informou o executivo, mantendo em sigilo "os possíveis alvos". Adiantou apenas que a estratégia é focada em produtos de prescrição médica, a expertise da AstraZeneca, quinta maior farmacêutica do mundo e a oitava no ranking brasileiro. O segmento de genéricos, observou, não é foco no curto prazo. "Existem empresas muito interessantes no Brasil." Pedrosa reconheceu, contudo, que esses ativos estão muito valorizados, são alvos de outros potenciais compradores e estão difíceis de serem comprados. "Pode ser apenas uma questão negocial." A reestruturação pela qual passa a AstraZeneca, que deverá eliminar 7,7 mil postos de trabalho em todo o mundo e já absorveu US$ 146 milhões em custos até o momento, tem a meta de ajustar o tamanho dos negócios em mercados maduros, como em alguns países da Europa e Ásia-Pacífico, onde a AstraZeneca observa poucas chances de crescimento além do vegetativo. Os Estados Unidos, apesar de responderem hoje por cerca de 50% das vendas globais do setor farmacêutico, também terão sua importância relativa diminuída com o vencimento de patentes previsto até 2010. "O crescimento deles não passará nas melhores projeções de 5%, 6%." A partir desse diagnóstico a multinacional passou a "olhar" com mais atenção para os mercados emergentes - como Índia, China, México, Venezuela, países da América Central e Leste Europeu, além do Brasil -, que podem receber boa parte de seus investimentos. "Há investimentos em curso em quase todos esses mercados. Na América Latina, há no México, Venezuela, Brasil. Do México para baixo a empresa tem grande interesse." Setor se recupera O Brasil se sobressai nesse cenário porque passa por um momento macroeconômico favorável, de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da renda das camadas mais baixas da população, o que amplia o acesso a medicamentos, disse Pedrosa. O setor farmacêutico acompanha o ritmo. Depois de enfrentar a virada do século com um mercado reprimido, essa indústria se recupera. Viu nos últimos três anos seu faturamento em dólar voltar a patamares do final dos anos 1990 (US$ 8,5 bilhões no acumulado deste ano até agosto, o mesmo valor de 1997 cheio, e US$ 11,3 bilhões em 2006), mesmo que ajudado pela política cambial. "O mercado farmacêutico brasileiro é atrativo, está entre os dez maiores do mundo." Nessa estratégia de crescimento inorgânico, a subsidiária também busca parcerias no exterior. A idéia é oferecer a capacidade e o "know how" da AstraZeneca Brasil para multinacionais que não estão presentes no mercado doméstico. Atualmente, a empresa ocupa 75% da capacidade instalada da fábrica, localizada em Cotia (SP), em dois turnos. No Brasil, também busca estender acordos de licenciamento em áreas complementares. Em março, fechou parceria com a Biolab Farmacêutica, para quem licenciou Vivacor, a segunda marca de seu redutor de colesterol, o Crestor. "Estamos discutindo com a Biolab a possibilidade de ampliar esse acordo em cardiologia e para outros produtos que temos e não são trabalhados com tanta intensidade, como na área de pediatria." Em seu último projeto global de crescimento, traçado desde meados de 2003 e enfatizado com a atual reestruturação, denominada Projeto de Aceleração, a AstraZeneca definiu áreas de interesse e focou investimentos nos produtos e nas forças de venda e de suporte dos segmentos eleitos - cardiovascular, gastrointestinal, oncologia, sistema respiratório e produtos hospitalares -, boa parte protegida por patentes. Esse plano ajudou a AstraZeneca a conquistar resultados expressivos no Brasil: dobrou o tamanho do faturamento nos últimos quatro anos. A área de biotecnologia também está no foco e a companhia anglo-sueca tem investido pesado em aquisições nos últimos anos. Em 2007, fez a maior da sua história desde o final dos anos 1990, comprou laboratório norte-americano de biotecnologia MedImmune, por mais de US$ 15 bilhões. kicker: Companhia contratou consultoria especializada em fusões e aquisições e foco é medicamento de prescrição médica .
Fonte: (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4)(Iolanda Nascimento)

Novartis pode adiar lançamento de remédio

Novartis pode adiar lançamento de remédio
SÃO PAULO, 9 de novembro de 2007 - A suiça Novartis AG, segunda maior fabricante de medicamentos da 2, por ter encontrado problemas com segurança para o fígado, quando tomadas doses elevadas do produto. O medicamento havia sido aprovado no final de setembro pela Agência Européia de Medicamentos (EMEA). A companhia afirmou que vai revisar recomendações de prescrição antes de lançar o Galvus na 100 miligramas do medicamento ao dia apresentaram aumento frequente de uma enzima associada a danos no fígado, comparado àqueles que tomaram 50 mg por dia ou 50 mg duas vezes por dia. O Galvus está entre os novos remédios inibidores da DPP-IV, que estimulam a capacidade do organismo de diminuir níveis elevados de açúcar no sangue - o que poderá se tornar uma grande forma de combate ao tipo 2. Farmacêuticos e analistas estimam que essa gama de remédios poderá se tornar sucesso de vendas, já que não estão associados ao aumento de peso, um dos maiores efeitos secundários de alguns medicamentos para diabetes. A aprovação nos Estados Unidos foi adiada devido a uma carta de aprovação emitida pela FDA, em fevereiro deste ano. A Novartis não prevê, por enquanto, apresentar dados adicionais antes do fim de 2009. O remédio já está disponível no Brasil e no 50 mg e 100 mg. Fonte:
(Redação - InvestNews)